ONDE VOCÊ COLOCA O SAL ?
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo de água e bebesse.
- Qual é o gosto? - perguntou o Mestre.
- Ruim - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.Então o velho disse:
- Beba um pouco dessa água.
Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- Qual é o gosto?
- Bom! disse o rapaz.
- Você sente o gosto do sal? perguntou o Mestre.
- Não - disse o jovem.
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de ser copo, para tornar-se um lago.
Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano para a nossa vida faz a caminhada valer à pena!"
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
DEUS DE PERGUNTAS
Deus de perguntas
Algumas vezes o inexplicável lado de Deus me deixa louca, porque freqüentemente não entendo o motivo dele permitir algumas coisas.
Por Dawn Zemke
Algumas vezes exponho os mistérios de Deus. Que ele sempre existiu e sempre vai existir. Que ele é Pai, Filho, Espírito Santo, três em um. Que ele criou nosso incrível planeta – oceanos, montanhas, desertos e uma inacreditável variedade de vida selvagem, para não mencionar as pessoas. Como embrulho meu cérebro em volta de tudo isso? Sinto uma indefinível e enigmática parte da natureza de Deus me mandando um calafrio abaixo da espinha e me lembrando como verdadeiramente ele é grande - e como abençoada sou porque ele não somente toma conta de mim, mas me conhece intimamente.
Algumas vezes, entretanto, esse mistificante e inexplicável lado de Deus me deixa louca, porque freqüentemente não entendo o motivo dele permitir algumas coisas. Por que maravilhosos e amorosos casais permanecem sem filhos e outros concebem e jogam fora bebês sem uma boa razão? Por que um homem que nunca tocou um cigarro morre de câncer de pulmão enquanto um fumante de dois maços por dia vive até uma idade mais avançada? E por que uma mulher bondosa e fiel como minha mãe deve esperar a morte do marido e a da filha pequena enquanto outras pessoas permanecem intocáveis por tragédias durante toda a vida?
Eu sei, eu sei - nós estamos vivendo em um mundo caído, experimentando a conseqüência do seu pecado. Eu reconheço que Deus está sempre no controle, mesmo quando sinto como se ele tivesse perdido a equação. E acredito em sua promessa que o seu plano é “prosperar e não danificar, planos de me dar esperança e um futuro” (Jeremias 29:11).
Isso não significa que eu tenha que gostar disso. E definitivamente não significa que eu não experimento momentos de dúvida, quando eu grito, “Por que Deus? Como você pode? O que você estava pensando?”
Eu costumo me sentir culpada por alguns pensamentos. Depois de tudo, Deus é... Deus. Seus caminhos são além da minha compreensão, certo? É meu trabalho como sua filha ter uma fé inabalável Nele. Acreditar sem questionar.
Ou talvez não.
No capítulo 11 do seu evangelho, João conta a história de Jesus ressuscitando seu amigo Lázaro. Por anos eu me fixei no milagre - Jesus trouxe o homem da morte - e nunca noticiei o drama por trás das cenas.
João nos conta que Jesus amou Lázaro e suas duas irmãs, Maria e Marta. Quando recebeu a notícia que Lázaro estava doente, ele não correu para lá. Na verdade, ele esperou dois dias inteiros antes de pegar a estrada. Quando chegou à cidade de Lázaro, o homem já estava morto há quatro dias.
Agora aqui é onde a história fica interessante. Quando a notícia que Jesus estava perto chegou, Marta foi ao seu encontro. Mas não Maria. Essa mulher que amava muito Jesus, que comprou um perfume caro para pôr em seus pés e secou-os com seus cabelos, ficou em casa. Jesus teve que perguntar por Maria. E mesmo que ela tenha respondido imediatamente ao seu chamado, suas primeiras palavras me falam sobre o estado da sua mente : “Senhor, se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido” (João 11:32). Em outras palavras “Como você pode levar tanto tempo para chegar aqui, Jesus? O quê você estava pensando?”
Eu então me identifico com Maria, porque estaria fazendo a mesma pergunta. Como deve ter sido terrível para ela, assistindo seu irmão ficar cada vez mais doente, e finalmente morrer, e Jesus nunca vir. Falei sobre se sentir desapontada.
O que eu realmente amo nessa história, entretanto, é a reação de Jesus. Ele é profundamente movido pelo desgosto de Maria. E ele ressuscita Lázaro. O que ele não faz é desprezá-la por seus questionamentos.
E isso traz conforto para meu coração duvidoso e questionador. Como Jesus entendeu a questão de Maria, eu acredito que ele entende a minha. Depois de tudo, ele me criou e me conhece - como diz o Salmo 139 - ele “percebe os meus pensamentos de longe”.
Eu tenho acreditado cada vez mais que enquanto Deus quer minha obediência, ele não requer que eu dê isso sem pensar. Como algum bom pai, ele ouve pacientemente minha questões e faz o melhor para respondê-las. E como qualquer criança, eu não vou ter sempre habilidade para entender essas respostas.
Mas, olhando para a Bíblia, estou em boa companhia. Moisés deu a Deus um período de sua vida antes de concordar em voltar ao Egito. Jonas não somente questionou o plano de Deus, como fugiu dele. E até Jesus, perfeitamente submisso à vontade do Pai, checou duas vezes para estar certo que não havia outra maneira de cumprir sua tarefa.
Algum dia eu vou trocar esse corpo finito por um infinito, e com isso eu vou ganhar entendimento completo do perfeito plano de Deus. Mas até esse dia vir, é bom saber que a paciência de Deus não irá acabar. Que ele não somente entende e aceita todas as minhas questões, ele me ama apesar delas.
Algumas vezes o inexplicável lado de Deus me deixa louca, porque freqüentemente não entendo o motivo dele permitir algumas coisas.
Por Dawn Zemke
Algumas vezes exponho os mistérios de Deus. Que ele sempre existiu e sempre vai existir. Que ele é Pai, Filho, Espírito Santo, três em um. Que ele criou nosso incrível planeta – oceanos, montanhas, desertos e uma inacreditável variedade de vida selvagem, para não mencionar as pessoas. Como embrulho meu cérebro em volta de tudo isso? Sinto uma indefinível e enigmática parte da natureza de Deus me mandando um calafrio abaixo da espinha e me lembrando como verdadeiramente ele é grande - e como abençoada sou porque ele não somente toma conta de mim, mas me conhece intimamente.
Algumas vezes, entretanto, esse mistificante e inexplicável lado de Deus me deixa louca, porque freqüentemente não entendo o motivo dele permitir algumas coisas. Por que maravilhosos e amorosos casais permanecem sem filhos e outros concebem e jogam fora bebês sem uma boa razão? Por que um homem que nunca tocou um cigarro morre de câncer de pulmão enquanto um fumante de dois maços por dia vive até uma idade mais avançada? E por que uma mulher bondosa e fiel como minha mãe deve esperar a morte do marido e a da filha pequena enquanto outras pessoas permanecem intocáveis por tragédias durante toda a vida?
Eu sei, eu sei - nós estamos vivendo em um mundo caído, experimentando a conseqüência do seu pecado. Eu reconheço que Deus está sempre no controle, mesmo quando sinto como se ele tivesse perdido a equação. E acredito em sua promessa que o seu plano é “prosperar e não danificar, planos de me dar esperança e um futuro” (Jeremias 29:11).
Isso não significa que eu tenha que gostar disso. E definitivamente não significa que eu não experimento momentos de dúvida, quando eu grito, “Por que Deus? Como você pode? O que você estava pensando?”
Eu costumo me sentir culpada por alguns pensamentos. Depois de tudo, Deus é... Deus. Seus caminhos são além da minha compreensão, certo? É meu trabalho como sua filha ter uma fé inabalável Nele. Acreditar sem questionar.
Ou talvez não.
No capítulo 11 do seu evangelho, João conta a história de Jesus ressuscitando seu amigo Lázaro. Por anos eu me fixei no milagre - Jesus trouxe o homem da morte - e nunca noticiei o drama por trás das cenas.
João nos conta que Jesus amou Lázaro e suas duas irmãs, Maria e Marta. Quando recebeu a notícia que Lázaro estava doente, ele não correu para lá. Na verdade, ele esperou dois dias inteiros antes de pegar a estrada. Quando chegou à cidade de Lázaro, o homem já estava morto há quatro dias.
Agora aqui é onde a história fica interessante. Quando a notícia que Jesus estava perto chegou, Marta foi ao seu encontro. Mas não Maria. Essa mulher que amava muito Jesus, que comprou um perfume caro para pôr em seus pés e secou-os com seus cabelos, ficou em casa. Jesus teve que perguntar por Maria. E mesmo que ela tenha respondido imediatamente ao seu chamado, suas primeiras palavras me falam sobre o estado da sua mente : “Senhor, se você estivesse aqui, meu irmão não teria morrido” (João 11:32). Em outras palavras “Como você pode levar tanto tempo para chegar aqui, Jesus? O quê você estava pensando?”
Eu então me identifico com Maria, porque estaria fazendo a mesma pergunta. Como deve ter sido terrível para ela, assistindo seu irmão ficar cada vez mais doente, e finalmente morrer, e Jesus nunca vir. Falei sobre se sentir desapontada.
O que eu realmente amo nessa história, entretanto, é a reação de Jesus. Ele é profundamente movido pelo desgosto de Maria. E ele ressuscita Lázaro. O que ele não faz é desprezá-la por seus questionamentos.
E isso traz conforto para meu coração duvidoso e questionador. Como Jesus entendeu a questão de Maria, eu acredito que ele entende a minha. Depois de tudo, ele me criou e me conhece - como diz o Salmo 139 - ele “percebe os meus pensamentos de longe”.
Eu tenho acreditado cada vez mais que enquanto Deus quer minha obediência, ele não requer que eu dê isso sem pensar. Como algum bom pai, ele ouve pacientemente minha questões e faz o melhor para respondê-las. E como qualquer criança, eu não vou ter sempre habilidade para entender essas respostas.
Mas, olhando para a Bíblia, estou em boa companhia. Moisés deu a Deus um período de sua vida antes de concordar em voltar ao Egito. Jonas não somente questionou o plano de Deus, como fugiu dele. E até Jesus, perfeitamente submisso à vontade do Pai, checou duas vezes para estar certo que não havia outra maneira de cumprir sua tarefa.
Algum dia eu vou trocar esse corpo finito por um infinito, e com isso eu vou ganhar entendimento completo do perfeito plano de Deus. Mas até esse dia vir, é bom saber que a paciência de Deus não irá acabar. Que ele não somente entende e aceita todas as minhas questões, ele me ama apesar delas.
SONHE
Uma joven adolescente tinha muitos sonhos, mas poucos amigos. Por não ter com quem conversar, escrevia seus sonhos em folhas de papel e as colocava em garrafas, arrolhando-as, e lançava-as de cima de uma ponte no rio. Ela acreditava que se as garrafas alcançassem o oceano, seus sonhos tinham grande chance de se tornarem realidade. E que, quanto mais garrafas fossem lançadas, mais chances teria de ver seus sonhos se realizarem. Um dia, passeando num barco pequeno, se distanciou e foi parar em uma parte suja do rio, fedido e cheio de entulhos. Se decepcionou ao ver que suas garrafas haviam ficado encalhadas em um monte de lixo dentro do rio e que, por causa disso, jamais chegariam ao oceano. Tal visão lhe fez achar que seus sonhos nunca se tornariam realidade.
Nós temos muitos sonhos também. Traçamos planos e achamos alguns deles muito difíceis, mas esperamos que sigam rio abaixo e encontrem a realidade através do oceano. Mas sabe, há rios longos demais e nossos sonhos acabam encalhando em meio aos entulhos. Entulhos lançados pelos amigos, cônjuge, pais, filhos, irmãos, líderes, professores, patrões... Daí nos decepcionamos e desistimos. O próprio diabo se encarrega de colocar lixos como barreira para nossos sonhos.
Quero dizer uma coisa. Sonhar é muito bom! Mostra que estamos vivos, esperançosos. Não pare de sonhar, caso algum de seus sonhos esteja "momentaneamente" encalhado. Certifique-se de que seus sonhos não frustram os planos e vontade de Deus e seja forte. Pegue um barco maior, procure verdadeiros amigos com quem possa contar e faça a limpeza do rio. As suas garrafas dos sonhos podem prosseguir e, quando voce menos esperar, seus sonhos alcançarão o oceano e finalmente se tornarão realidade.
Deus nos fez à Sua imagem e semelhança. E Deus nunca desiste de realizar os sonhos dele para nossa vida. Não fique encalhado. Reaja! Limpe o rio e continue sonhando. Os sonhos de Deus tomam vida em nossas vidas.
Nós temos muitos sonhos também. Traçamos planos e achamos alguns deles muito difíceis, mas esperamos que sigam rio abaixo e encontrem a realidade através do oceano. Mas sabe, há rios longos demais e nossos sonhos acabam encalhando em meio aos entulhos. Entulhos lançados pelos amigos, cônjuge, pais, filhos, irmãos, líderes, professores, patrões... Daí nos decepcionamos e desistimos. O próprio diabo se encarrega de colocar lixos como barreira para nossos sonhos.
Quero dizer uma coisa. Sonhar é muito bom! Mostra que estamos vivos, esperançosos. Não pare de sonhar, caso algum de seus sonhos esteja "momentaneamente" encalhado. Certifique-se de que seus sonhos não frustram os planos e vontade de Deus e seja forte. Pegue um barco maior, procure verdadeiros amigos com quem possa contar e faça a limpeza do rio. As suas garrafas dos sonhos podem prosseguir e, quando voce menos esperar, seus sonhos alcançarão o oceano e finalmente se tornarão realidade.
Deus nos fez à Sua imagem e semelhança. E Deus nunca desiste de realizar os sonhos dele para nossa vida. Não fique encalhado. Reaja! Limpe o rio e continue sonhando. Os sonhos de Deus tomam vida em nossas vidas.
VIVER COMO AS FLORES
VIVER COMO AS FLORES:
FloresUm discípulo perguntou ao seu mestre:
- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim - Elas nascem no esterco. Entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
E o mestre conclui seu pensamento:
- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
FloresUm discípulo perguntou ao seu mestre:
- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam.
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando os lírios que cresciam no jardim - Elas nascem no esterco. Entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
E o mestre conclui seu pensamento:
- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
PONTO NEGRO
Certo dia, um professor chegou na sala de aula e disse aos alunos para se prepararem para uma prova-relâmpago.
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vida.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento a natureza lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranqüilize-se e seja .... FELIZ
Todos acertaram suas filas, aguardando assustados o teste que viria.
O professor foi entregando, então, a folha da prova com a parte do texto virada para baixo, como era de costume.
Depois que todos receberam, pediu que desvirassem a folha.
Para surpresa de todos, não havia uma só pergunta ou texto, apenas um ponto negro, no meio da folha.
O professor, analisando a expressão de surpresa que todos faziam, disse o seguinte:
- Agora, vocês vão escrever um texto sobre o que estão vendo.
Todos os alunos, confusos, começaram, então, a difícil e inexplicável tarefa.
Terminado o tempo, o mestre recolheu as folhas, colocou-se na frente da turma e começou a ler as redações em voz alta.
Todas, sem exceção, definiram o ponto negro, tentando dar explicações por sua presença no centro da folha.
Terminada a leitura, a sala em silêncio, o professor então começou a explicar:
- Esse teste não será para nota, apenas serve de lição para todos nós. Ninguém na sala falou sobre a folha em branco.
Todos centralizaram suas atenções no ponto negro. Assim acontece em nossas vida.
Temos uma folha em branco inteira para observar e aproveitar, mas sempre nos centralizamos nos pontos negros. A vida é um presente da natureza dado a cada um de nós, com extremo carinho e cuidado.
Temos motivos para comemorar sempre. A natureza que se renova, os amigos que se fazem presentes, o emprego que nos dá o sustento, os milagres que diariamente presenciamos. No entanto, insistimos em olhar apenas para o ponto negro!
O problema de saúde que nos preocupa, a falta de dinheiro, o relacionamento difícil com um familiar, a decepção com um amigo.
Os pontos negros são mínimos em comparação com tudo aquilo que temos diariamente, mas são eles que povoam nossa mente.
Pense nisso!
Tire os olhos dos pontos negros de sua vida.
Aproveite cada bênção, cada momento a natureza lhe dá.
Creia que o choro pode durar até o anoitecer, mas a alegria logo vem no amanhecer.
Tenha essa certeza, tranqüilize-se e seja .... FELIZ
Para reflexão
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
- E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes."
Conta-se que no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio.
O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros.
As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
- Onde estão seus móveis? Perguntou o turista.
- E o sábio, bem depressa olhou ao seu redor e perguntou também:
- E onde estão os seus...?
- Os meus?! Surpreendeu-se o turista.
- Mas estou aqui só de passagem!
- Eu também... - concluiu o sábio.
"A vida na Terra é somente uma passagem...
No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, e esquecem-se de ser felizes."
UM TAPETINHO VERMELHO...
Uma pobre mulher morava em uma humilde casinha com sua neta muito doente.
Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda.
Chegando ao único hospital público da região foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta junto, para que esta fosse examinada. Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta sequer conseguia levantar da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma Igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão fazendo orações. As senhoras receberam a visitante e, após se interarem da história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse:
-Eu também gostaria de fazer uma oração.
Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:
-Não é necessário, com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.
Ainda assim a senhora insistiu em orar, e começou.
- Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que você fosse lá curar ela Deus; você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica.
As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.
- Já está com a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar ta?
A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir; mas ela continuou.
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua; pode ir entrando que não tem cachorro.
As senhoras começaram a se indignar com a situação.
- Olha Deus, a porta ta trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas olha só Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa...
A esta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus, com certeza, iria ouvir as preces e curar a menina.
A mulher foi pra casa um pouco desconsolada, mas ao entrar em sua casa sua neta veio correndo lhe receber.
- Minha neta, você está de pé, como é possível!
E a menina explicou:
-Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, porém entrou um homem muito alto com um vestido branco em meu quarto e mandou que eu levantasse, não sei como, eu simplesmente levantei.
E quase em prantos, a menina continuou.
- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse à senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho...
Como não tinha dinheiro sequer para levá-la a um médico, e vendo que, apesar de seus muitos cuidados e remédios com ervas, a pobre criança piorava a cada dia, resolveu iniciar a caminhada de duas horas até a cidade próxima, em busca de ajuda.
Chegando ao único hospital público da região foi aconselhada a voltar pra casa e trazer a neta junto, para que esta fosse examinada. Quando ia voltando, já desesperada por saber que sua neta sequer conseguia levantar da cama, a senhora passou em frente a uma Igreja e como tinha muita fé em Deus, apesar de nunca ter entrado em uma Igreja, resolveu pedir ajuda. Ao entrar, encontrou algumas senhoras ajoelhadas no chão fazendo orações. As senhoras receberam a visitante e, após se interarem da história, a convidaram para se ajoelhar e orar pela criança.
Após quase uma hora de fervorosas orações e pedidos de intercessão ao Pai, as senhoras já iam se levantando quando a mulher lhes disse:
-Eu também gostaria de fazer uma oração.
Vendo que se tratava de uma mulher de pouca cultura, as senhoras retrucaram:
-Não é necessário, com nossas orações, com certeza sua neta irá melhorar.
Ainda assim a senhora insistiu em orar, e começou.
- Deus, sou eu, olha, a minha neta está muito doente. Deus, assim eu gostaria que você fosse lá curar ela Deus; você pega uma caneta que eu vou dizer onde fica.
As senhoras estranharam, mas continuaram ouvindo.
- Já está com a caneta Deus? Vá seguindo o caminho daqui de volta pra Belo Horizonte e quando passar o rio com a ponte, você entra na segunda estradinha de barro. Não vai errar ta?
A esta altura as senhoras já estavam se esforçando para não rir; mas ela continuou.
- Seguindo mais uns 20 minutinhos tem uma vendinha, entra na rua depois da mangueira que o meu barraquinho é o último da rua; pode ir entrando que não tem cachorro.
As senhoras começaram a se indignar com a situação.
- Olha Deus, a porta ta trancada, mas a chave fica embaixo do tapetinho vermelho na entrada. O Senhor pega a chave, entra e cura a minha netinha. Mas olha só Deus, por favor, não esquece de colocar a chave de novo embaixo do tapetinho vermelho senão eu não consigo entrar quando chegar em casa...
A esta altura as senhoras interromperam aquela ultrajante situação dizendo que não era assim que se deveria orar, mas que ela poderia ir para casa sossegada, pois elas eram pessoas de muita fé, e Deus, com certeza, iria ouvir as preces e curar a menina.
A mulher foi pra casa um pouco desconsolada, mas ao entrar em sua casa sua neta veio correndo lhe receber.
- Minha neta, você está de pé, como é possível!
E a menina explicou:
-Eu ouvi um barulho na porta e pensei que era a senhora voltando, porém entrou um homem muito alto com um vestido branco em meu quarto e mandou que eu levantasse, não sei como, eu simplesmente levantei.
E quase em prantos, a menina continuou.
- Depois ele sorriu, beijou minha testa e disse que tinha de ir embora, mas pediu que eu avisasse à senhora que ele ia deixar a chave embaixo do tapetinho vermelho...
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