BEIJO EM PÉ
Uma vez, almocei com duas amigas mineiras, ambas casadas há bastante tempo,veteranas em bodas de prata, e ainda bem felizes com seus respectivos.
Falávamos das dificuldades e das alegrias dos relacionamentos longos. Até que uma delas fez uma observação curiosa.Disse ela que não tinha do que reclamar, porém sentia muita falta de beijo em pé.
Como assim, beijo em pé?
Depois de um tempo de convívio, explicou ela, o casal não troca mais um beijo apaixonado na cozinha, no corredor do apartamento, no meio de uma festa. É só bitoquinha quando chega em casa ou quando sai, mas beijo mesmo, "aquele", acontece apenas quando deitados, ao dar início às preliminares.
Beijo avulso, de repente, sem promessa de sexo, ou seja, um beijaço em pé, esquece.
E rimos, claro, porque quem não se diverte perdeu a viagem.
Faz tempo que aconteceu essa conversa, mas até hoje lembro da Lucia (autora da tese) quando vejo um casal se beijando na pista de um show, no saguão de um aeroporto ou na beira da praia. Penso: olha ali o famoso beijo em pé da Lucia. Não devem ser casados. Se forem, chegaram ontem da lua de mel.
Há quem considere o beijo - não o selinho, o beijo! - uma manifestação muito íntima e imprópria para lugares públicos. Depende, depende. Não há regras rígidas sobre o assunto, tudo é uma questão de adequação. Saindo de um restaurante, abraçados, caminhando na rua em direção ao carro, você abre a porta para sua esposa (sim, sua esposa há uns bons 20 anos) e tasca-lhe um beijo antes que ela se acomode no assento.
Por que não?
Porque ela vai querer coisa e você está cansado.
Ai, não me diga que estoulendo seus pensamentos.
O beijo entre namorados, a qualquer momento do dia ou da noite, enquanto um lava a louça e o outro seca, por exemplo, é um ato de desejo instantâneo, uma afirmação do amor sem hora marcada.
No entanto, o tempo passa, o casal se acomoda e o hábito cai no ridículo: imagina ficar se beijando assim, sem mais nem menos, em plena segunda-feira, com tanto pepino pra resolver.
Ninguém é mais criança.
Pode ser.
Mas que gracinha de criança foi o goleiro Casillas ao interromper a entrevista da namorada e dar-lhe um beijo sem aviso, um beijo emocionado, um beijo à vista do mundo, um beijo em pé. Naquele instante, suspiraram todas as garotas do planeta, e as nem tão garotas assim. E os homens se sentiram bem representados pela virilidade do campeão. Pois então: que repitam o gesto em casa, e não venham argumentar que não somos nenhuma Sara Carbonero. Isso não é desculpa.
Martha Medeiros
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Certo dia um homem saía para trabalhar, pensando que aquele seria um dia comum como todos os outros.
Mas não era.Seu pequeno filho, ao vê-lo saindo, gritava-lhe o nome, pedindo ao pai que o levasse junto ao trabalho.
O pai não resistiu ao olhar e ao pedido de seu filho.
Aquele olhar meigo e amoroso de seu filho.Então, pegando seu filho no colo, lhe beijou a face e o levou para o trabalho.
Os dois estavam muito felizes.
O homem trabalhava em uma ponte elevadiça, e sua função era erguê-la para a passagem dos navios por ali, ou abaixá-la para a passagem dos trens, pois a ponte era de trilhos.
Por volta das 9:00 da manhã, o homem ouviu um apito de trem, e percebeu que era de passageiros, esse tipo de trem, na maioria das vezes transportavam aproximadamente umas 200 pessoas, então ele pensou logo em baixar a ponte, mas algo lhe tirou o fôlego.
Ele viu que seu filhinho estava brincando no meio das engrenagens da ponte, então começou a suar frio e entrar em desespero, pois não havia tempo para tirá-lo de lá.
Ele tinha que fazer uma escolha muito difícil, salvar a vida de seu único filho, e assim condenar aquelas 200 pessoas à morte, sem ao menos saberem o porquê, ou salvar a vida daquelas pessoas sacrificando assim seu único filho, ele tinha que escolher rápido, pois o trem se aproximava cada vez mais, então, com lágrimas nos olhos o homem disse:
meu filho, me perdoe,
e então ele baixou a ponte, e seu filho morreu.
Sei que esta história é muito triste,
Mas não se preocupe, ela é apenas ilustrativa.
Nesta história, o homem representa Deus e seu filho representa Jesus, e aquelas 200 pessoas representram você, sua família, seus amigos.
Talvez lendo esta ilustração, ficou mais fácil pra você entender o que Deus fez por nós, ou seja, ele sacrificou seu único filho para nos salvar, qual deve ser nossa atitude diante dessa tão grande prova de amor?
Mas não era.Seu pequeno filho, ao vê-lo saindo, gritava-lhe o nome, pedindo ao pai que o levasse junto ao trabalho.
O pai não resistiu ao olhar e ao pedido de seu filho.
Aquele olhar meigo e amoroso de seu filho.Então, pegando seu filho no colo, lhe beijou a face e o levou para o trabalho.
Os dois estavam muito felizes.
O homem trabalhava em uma ponte elevadiça, e sua função era erguê-la para a passagem dos navios por ali, ou abaixá-la para a passagem dos trens, pois a ponte era de trilhos.
Por volta das 9:00 da manhã, o homem ouviu um apito de trem, e percebeu que era de passageiros, esse tipo de trem, na maioria das vezes transportavam aproximadamente umas 200 pessoas, então ele pensou logo em baixar a ponte, mas algo lhe tirou o fôlego.
Ele viu que seu filhinho estava brincando no meio das engrenagens da ponte, então começou a suar frio e entrar em desespero, pois não havia tempo para tirá-lo de lá.
Ele tinha que fazer uma escolha muito difícil, salvar a vida de seu único filho, e assim condenar aquelas 200 pessoas à morte, sem ao menos saberem o porquê, ou salvar a vida daquelas pessoas sacrificando assim seu único filho, ele tinha que escolher rápido, pois o trem se aproximava cada vez mais, então, com lágrimas nos olhos o homem disse:
meu filho, me perdoe,
e então ele baixou a ponte, e seu filho morreu.
Sei que esta história é muito triste,
Mas não se preocupe, ela é apenas ilustrativa.
Nesta história, o homem representa Deus e seu filho representa Jesus, e aquelas 200 pessoas representram você, sua família, seus amigos.
Talvez lendo esta ilustração, ficou mais fácil pra você entender o que Deus fez por nós, ou seja, ele sacrificou seu único filho para nos salvar, qual deve ser nossa atitude diante dessa tão grande prova de amor?
A cenoura, o ovo e o café
A cenoura, o ovo e o café
Uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela.
Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir.
Estava cansada de lutar e combater.
Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia.
Seu pai, um "chef", levou-a até a cozinha dele.
Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto.
Logo as panelas começaram a ferver.
Numa ele colocou cenouras,
noutra colocou ovos e,
na última, pó de café.
Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra.
A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo.
Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pegou as cenouras e colocou-as numa tigela.
Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela.
Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara.
Virando-se para ela, perguntou:
- Querida, o que você está vendo?
- Cenouras, ovos e café - ela respondeu.
Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras.
Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse.
Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura.
Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café.
Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.
Ela perguntou humildemente:
- O que isto significa, pai?
Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade,
água fervendo,
mas que cada um reagira de maneira diferente.
A cenoura entrara forte, firme e inflexível.
Mas, depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil.
Os ovos eram frágeis.
Sua casca fina havia protegido o líquido interior.
Mas, depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo.
O pó de café, contudo, era incomparável.
Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água.
- Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.
Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde?
Você é uma cenoura, um ovo ou o pó de café?
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
TORRADAS QUEIMADAS
TORRADAS QUEIMADAS
"Quando eu ainda era um menino, minha mãe, ocasionalmente, gostava de preparar um lanche, na hora do jantar.
Eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia muito duro de trabalho .
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" - Amor, eu adorei a torrada queimada... só porque veio de suas mãos"
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e disse:
" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
Eu, também, não sou o melhor marido,
empregado,
ou cozinheiro,
talvez nem o melhor pai,
mesmo que tente, todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando,
ela não sabe usar a furadeira, mas, após minhas reformas, faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha de frios como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar e brincávamos juntos durante este tempinho, com sua mãe você chorava, pelo xampu, pelo pentear, etc.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia,
eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.
Não que mais tarde, no dia que um partir, este mundo vá desmoronar,
não vai:
novamente, teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então, filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida à você e ao próximo.
Penso que, o grande problema do mundo atual e globalizado, é a intolerância pelo ser e o correr incansável pelo ter!
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez sentirem-se.
Precisamos exercitar nossa tolerância,
... não é nada fácil, mas sempre podemos tentar
"Quando eu ainda era um menino, minha mãe, ocasionalmente, gostava de preparar um lanche, na hora do jantar.
Eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia muito duro de trabalho .
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai.
Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola.
Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada.
E eu nunca esquecerei o que ele disse:
" - Amor, eu adorei a torrada queimada... só porque veio de suas mãos"
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada.
Ele me envolveu em seus braços e disse:
" - Companheiro, sua mãe teve um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada...
Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém.
A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas.
Eu, também, não sou o melhor marido,
empregado,
ou cozinheiro,
talvez nem o melhor pai,
mesmo que tente, todos os dias!
O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Desde que eu e sua mãe nos unimos, aprendemos, os dois, a suprir um as falhas do outro.
Eu sei cozinhar muito pouco, mas aprendi a deixar uma panela de alumínio brilhando,
ela não sabe usar a furadeira, mas, após minhas reformas, faz tudo ficar cheiroso, de tão limpo.
Eu não sei fazer uma lasanha de frios como ela, mas ela não sabe assar uma carne como eu.
Eu nunca soube fazer você dormir, mas comigo você tomava banho rápido, sem reclamar e brincávamos juntos durante este tempinho, com sua mãe você chorava, pelo xampu, pelo pentear, etc.
A soma de nós dois monta o mundo que você recebeu e que te apóia,
eu e ela nos completamos.
Nossa família deve aproveitar este nosso universo enquanto temos os dois presentes.
Não que mais tarde, no dia que um partir, este mundo vá desmoronar,
não vai:
novamente, teremos que aprender e nos adaptar para fazer o melhor.
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos, irmãos, colegas e com amigos.
Então, filho, se esforce para ser sempre tolerante, principalmente com quem dedica o precioso tempo da vida à você e ao próximo.
Penso que, o grande problema do mundo atual e globalizado, é a intolerância pelo ser e o correr incansável pelo ter!
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio.
Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
As pessoas sempre se esquecerão do que você lhes fez, ou do que lhes disse.
Mas nunca esquecerão o modo pelo qual você as fez sentirem-se.
Precisamos exercitar nossa tolerância,
... não é nada fácil, mas sempre podemos tentar
PLANOS
Planos.
Porque será que são tão difíceis de sair do papel?
Como pode alguém ensinar que tudo depende de um pensamento positivo?
A gente planeja, coordena e pensa, nas várias coisas que podem ser alteradas, mas o resultado sempre (ou quase sempre) nos desencoraja a tentar de novo.
Por isso, próximo ano eu resolvi tentar diferente.
Criei um jeito especial de fazer as coisas darem certo.
Achei interessante quando ouvi um pregador com medo em cima do púlpito da Igreja dizer: "Senhor, honra-me para que eu honre o teu nome!"
E acho que encontrei a fórmula certa para vencer sempre: HONRAR A DEUS!
Para alguns, isso não é novidade.
Honrar a Deus
é dar o primeiro lugar a Ele,
é ser devoto,
é entregar a vida à orientação d’Ele.
Mas o que eu descobri é que eu não preciso fazer somente o que as outras pessoas fazem.
Posso fazer diferente.
Jesus disse: "Onde estiver o teu tesouro, ali estará também o teu coração".
Deus se importa com tudo o que fazemos se conseguimos, por meio disso, honrá-lo! Olhe para as Escrituras:
Israel durante séculos honrou a Deus com tudo.
Cada animal do campo que nascia,
cada nova colheita,
cada filho que saía de suas entranhas,
as festas mensais,
feriados,
refeições,
roupas,
corte de cabelo,
famílias,
casas...
tudo trazia a idéia: Isso é para honrar a Deus!
Hoje isso me devora porque às vezes omiti demais, tentei glorificar a mim mostrando aos outros que tinha capacidade, mas nas palavras de Paulo, "a nossa capacidade vem de Deus".
Pense por um momento: se transformarmos isso em costume (honrar a Deus)?
A faculdade,
o trabalho,
a família,
os amigos,
a sociedade,
e tentar,
cada vez que estivermos nesses ambientes, honrar a Deus, fazer disso um estilo de vida...
Isso mesmo, viver para honrar a Deus?
Cada passo que eu der...
Cada palavra que eu falar...
Cada pensamento que eu imaginar...
Cada gesto que eu fizer...
Será para honrar a Deus e fazer com que tudo o que há em mim honre o Senhor.
Eu consigo honrar o meu trabalho porque ganho o salário no final do mês.
Consigo honrar os amigos porque desfruto de suas amizades.
Consigo honrar a minha família porque, sob juramentos, fiz votos.
Porque não consigo honrar ao Deus que me trouxe à existência, que me amou antes que eu nascesse, que me resgatou para ser seu filho, que trouxe razão à minha vida? Não receberia de mim a honra merecida?
Fiz uma proposta a mim mesmo de reservar no próximo ano um tempo diário com Deus.
Quando valorizamos a Deus em nossas vidas como o bem mais precioso, Ele se sente honrado.
Quero fazer dEle
o Centro,
a Razão
e o Primeiro de tudo.
Fazer uma oração e sentir Ele me respondendo naturalmente.
Cantar uma canção e ouvi-lo bater palmas de alegria.
Ouvir suas histórias de amor e me sentir constrangido.
Deitar pra dormir e dizer o que o salmista dizia: "Bendito o Senhor me aconselha, porque até enquanto durmo, a minha alma me ensina".
À noite, mesmo dormindo, estarei aprendendo com Ele sobre as coisas que não deu tempo de falar durante o dia.
Aleluia!
Porque será que são tão difíceis de sair do papel?
Como pode alguém ensinar que tudo depende de um pensamento positivo?
A gente planeja, coordena e pensa, nas várias coisas que podem ser alteradas, mas o resultado sempre (ou quase sempre) nos desencoraja a tentar de novo.
Por isso, próximo ano eu resolvi tentar diferente.
Criei um jeito especial de fazer as coisas darem certo.
Achei interessante quando ouvi um pregador com medo em cima do púlpito da Igreja dizer: "Senhor, honra-me para que eu honre o teu nome!"
E acho que encontrei a fórmula certa para vencer sempre: HONRAR A DEUS!
Para alguns, isso não é novidade.
Honrar a Deus
é dar o primeiro lugar a Ele,
é ser devoto,
é entregar a vida à orientação d’Ele.
Mas o que eu descobri é que eu não preciso fazer somente o que as outras pessoas fazem.
Posso fazer diferente.
Jesus disse: "Onde estiver o teu tesouro, ali estará também o teu coração".
Deus se importa com tudo o que fazemos se conseguimos, por meio disso, honrá-lo! Olhe para as Escrituras:
Israel durante séculos honrou a Deus com tudo.
Cada animal do campo que nascia,
cada nova colheita,
cada filho que saía de suas entranhas,
as festas mensais,
feriados,
refeições,
roupas,
corte de cabelo,
famílias,
casas...
tudo trazia a idéia: Isso é para honrar a Deus!
Hoje isso me devora porque às vezes omiti demais, tentei glorificar a mim mostrando aos outros que tinha capacidade, mas nas palavras de Paulo, "a nossa capacidade vem de Deus".
Pense por um momento: se transformarmos isso em costume (honrar a Deus)?
A faculdade,
o trabalho,
a família,
os amigos,
a sociedade,
e tentar,
cada vez que estivermos nesses ambientes, honrar a Deus, fazer disso um estilo de vida...
Isso mesmo, viver para honrar a Deus?
Cada passo que eu der...
Cada palavra que eu falar...
Cada pensamento que eu imaginar...
Cada gesto que eu fizer...
Será para honrar a Deus e fazer com que tudo o que há em mim honre o Senhor.
Eu consigo honrar o meu trabalho porque ganho o salário no final do mês.
Consigo honrar os amigos porque desfruto de suas amizades.
Consigo honrar a minha família porque, sob juramentos, fiz votos.
Porque não consigo honrar ao Deus que me trouxe à existência, que me amou antes que eu nascesse, que me resgatou para ser seu filho, que trouxe razão à minha vida? Não receberia de mim a honra merecida?
Fiz uma proposta a mim mesmo de reservar no próximo ano um tempo diário com Deus.
Quando valorizamos a Deus em nossas vidas como o bem mais precioso, Ele se sente honrado.
Quero fazer dEle
o Centro,
a Razão
e o Primeiro de tudo.
Fazer uma oração e sentir Ele me respondendo naturalmente.
Cantar uma canção e ouvi-lo bater palmas de alegria.
Ouvir suas histórias de amor e me sentir constrangido.
Deitar pra dormir e dizer o que o salmista dizia: "Bendito o Senhor me aconselha, porque até enquanto durmo, a minha alma me ensina".
À noite, mesmo dormindo, estarei aprendendo com Ele sobre as coisas que não deu tempo de falar durante o dia.
Aleluia!
QUEM NÃO TEVE NAMORADINHA QUE JÁ FEZ ABORTO?
Quem não teve 'namoradinha' que já fez aborto?
O governador do Rio de Janeiro fez esta pergunta lamentável e chocante em um evento em SP, e criticou o uso do tema na campanha política para Presidente; e afirmou que a legislação – que considera o aborto crime - é "falsa" e "hipócrita". (Folha de SP – 15/12/10).
É preciso responder esta sua infeliz pergunta. Gostaria de responder ao Governador, em meu nome – e creio, em nome de muitos – que jamais tive “uma namoradinha que fez aborto”. Jamais eu teria a coragem de usar uma moça; e, pior ainda, depois fazê-la abortar. A formação que recebi de meus pais, de meus professores, e pela voz de Deus que fala na minha consciência, jamais eu teria a coragem de tal ato hediondo e pecaminoso.
O namoro não é um tempo de brincadeira, de vivência sexual vazia e irresponsável, onde se pode gerar uma criança e depois matá-la ainda no ventre da mãe. Por isso são lamentáveis as palavras do sr. governador. E não se pode justificar este crime hediondo com a desculpa de um jovem ainda imaturo que tem o “direito” de brincar no namoro e com a vida dos outros.
A pergunta do sr. governador nos leva a entender que ele deseja que o aborto seja descriminalizado para que os jovens imaturos possam continuar matando o fruto de um namoro sem compromisso, irresponsável? Será que há meninas que possam ser usadas como “namoradinhas” de uso e abuso? Quem aceitaria isso para sua filha ou irmã? Ora, é preciso ter mais respeito a tantas meninas e moças que se tornam vítimas nas mãos de rapazes desumanos. Quantas tiveram mesmo que abortar? E quantas estão sozinhas criando seus filhinhos porque tiveram a coragem e a dignidade de respeitar a vida do seu filho?
Quando o Papa João Paulo II esteve no Brasil a última vez, em 1997, fez uma pregação para os jovens no Maracanã, quando disse, entre muitas coisas que: “Por causa do chamado “amor livre” há no Brasil milhares de filhos órfãos de pais vivos”. E muitos nem mesmo tem o “direito de nascer”. Que uma criança seja órfã porque o pai morreu, paciência, mas deixá-la órfã com o pai vivo, sem o seu carinho e proteção, é uma covardia.
O namoro é o tempo sagrado onde dois jovens se encontram para começar a construir um casamento e uma futura família; é um tempo de conhecimento recíproco, respeito e amor. Mas não o amor erótico, mas o amor de Deus. Jesus mandou que nos amássemos, mas “como Ele nos amou”. E Ele nos amou pregado numa cruz. Isso é amor; uma decisão de fazer o outro feliz, e não de usar e abusar do seu corpo e depois matar o fruto desse “amor livre”. A grande crise dos casamentos e das famílias é a crise do amor. Amar não é gostar egoisticamente de alguém.
O Sr. governador do Rio de Janeiro afirma que manter a lei da criminalização do aborto é hipocrisia. Eu gostaria de perguntar-lhe o que é, então, matar uma criança inocente e indefesa no ventre da mãe?
O Instituto de Pesquisa “Vox Populi” acabou de publicar uma pesquisa, encomendada pelo Portal iG, divulgada em 5/12/2010, onde mostra que 82% dos brasileiros são contra a legalização do aborto, 87% contra a liberação das drogas e 60% contra as uniões civis de homossexuais. Para 72% das pessoas, “o futuro governo da presidente Dilma Rousseff não deveria sequer propor alguma lei que descriminalize o aborto” – a posição é compartilhada por católicos (73%), evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279234
Portanto, a posição do sr. governador contrasta radicalmente contra o que deseja o povo brasileiro. Como pode um governante se opor tão paradoxalmente à vontade popular, se ele foi eleito para representar esse povo? Por outro lado, a pergunta do governador mostra um descaso tão grande à vida do ser humano ainda não nascido, e um desrespeito tão grande ao namoro, que faz doer o coração. Será que não há lições melhores a serem dadas aos nossos jovens? Será que algumas autoridades não deveriam pensar melhor naquilo que dizem?
Prof. Felipe Aquino
O governador do Rio de Janeiro fez esta pergunta lamentável e chocante em um evento em SP, e criticou o uso do tema na campanha política para Presidente; e afirmou que a legislação – que considera o aborto crime - é "falsa" e "hipócrita". (Folha de SP – 15/12/10).
É preciso responder esta sua infeliz pergunta. Gostaria de responder ao Governador, em meu nome – e creio, em nome de muitos – que jamais tive “uma namoradinha que fez aborto”. Jamais eu teria a coragem de usar uma moça; e, pior ainda, depois fazê-la abortar. A formação que recebi de meus pais, de meus professores, e pela voz de Deus que fala na minha consciência, jamais eu teria a coragem de tal ato hediondo e pecaminoso.
O namoro não é um tempo de brincadeira, de vivência sexual vazia e irresponsável, onde se pode gerar uma criança e depois matá-la ainda no ventre da mãe. Por isso são lamentáveis as palavras do sr. governador. E não se pode justificar este crime hediondo com a desculpa de um jovem ainda imaturo que tem o “direito” de brincar no namoro e com a vida dos outros.
A pergunta do sr. governador nos leva a entender que ele deseja que o aborto seja descriminalizado para que os jovens imaturos possam continuar matando o fruto de um namoro sem compromisso, irresponsável? Será que há meninas que possam ser usadas como “namoradinhas” de uso e abuso? Quem aceitaria isso para sua filha ou irmã? Ora, é preciso ter mais respeito a tantas meninas e moças que se tornam vítimas nas mãos de rapazes desumanos. Quantas tiveram mesmo que abortar? E quantas estão sozinhas criando seus filhinhos porque tiveram a coragem e a dignidade de respeitar a vida do seu filho?
Quando o Papa João Paulo II esteve no Brasil a última vez, em 1997, fez uma pregação para os jovens no Maracanã, quando disse, entre muitas coisas que: “Por causa do chamado “amor livre” há no Brasil milhares de filhos órfãos de pais vivos”. E muitos nem mesmo tem o “direito de nascer”. Que uma criança seja órfã porque o pai morreu, paciência, mas deixá-la órfã com o pai vivo, sem o seu carinho e proteção, é uma covardia.
O namoro é o tempo sagrado onde dois jovens se encontram para começar a construir um casamento e uma futura família; é um tempo de conhecimento recíproco, respeito e amor. Mas não o amor erótico, mas o amor de Deus. Jesus mandou que nos amássemos, mas “como Ele nos amou”. E Ele nos amou pregado numa cruz. Isso é amor; uma decisão de fazer o outro feliz, e não de usar e abusar do seu corpo e depois matar o fruto desse “amor livre”. A grande crise dos casamentos e das famílias é a crise do amor. Amar não é gostar egoisticamente de alguém.
O Sr. governador do Rio de Janeiro afirma que manter a lei da criminalização do aborto é hipocrisia. Eu gostaria de perguntar-lhe o que é, então, matar uma criança inocente e indefesa no ventre da mãe?
O Instituto de Pesquisa “Vox Populi” acabou de publicar uma pesquisa, encomendada pelo Portal iG, divulgada em 5/12/2010, onde mostra que 82% dos brasileiros são contra a legalização do aborto, 87% contra a liberação das drogas e 60% contra as uniões civis de homossexuais. Para 72% das pessoas, “o futuro governo da presidente Dilma Rousseff não deveria sequer propor alguma lei que descriminalize o aborto” – a posição é compartilhada por católicos (73%), evangélicos (75%) e membros de outras religiões (69%).
Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=279234
Portanto, a posição do sr. governador contrasta radicalmente contra o que deseja o povo brasileiro. Como pode um governante se opor tão paradoxalmente à vontade popular, se ele foi eleito para representar esse povo? Por outro lado, a pergunta do governador mostra um descaso tão grande à vida do ser humano ainda não nascido, e um desrespeito tão grande ao namoro, que faz doer o coração. Será que não há lições melhores a serem dadas aos nossos jovens? Será que algumas autoridades não deveriam pensar melhor naquilo que dizem?
Prof. Felipe Aquino
CONEXÃO MILHO
CONEXÃO MILHO
Um fazendeiro todos os anos ganhava um Prêmio de Qualidade pelo excelente milho que colhia e levava ao festival do milho.
Um repórter decidiu fazer uma matéria sobre o assunto e acabou aprendendo algo interessante sobre o cultivo de milho.
Quando o fazendeiro lhe contou que sempre dava de sua melhor semente para seus vizinhos, ele perguntou:
-Mas, eles estão competindo com você! Porque lhes dar da sua melhor semente?
-Por causa do vento!
O vento nos conecta. O vento leva o pólen de um campo a outro. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará a qualidade de meu milho.
Se eu quero cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a melhorar o milho deles.
Se você quer ter uma vida cristã saudável, precisa ter ao seu redor pessoas saudáveis, diversão saudável, visual saudável, precisa ouvir coisas saudáveis. Distribua o que voce recebeu da parte de Deus, vida saudável, bênçãos, caráter. Não mantenha ao seu redor coisas e pessoas que danifiquem sua plantação de milho. Jesus convivia com pessoas de todo tipo, sem jamais se tornar um deles.
Semeie amor, paz e alegria ao seu redor e, com ceteza, sua plantação será beneficiada e voce será muito mais bem sucedido e feliz.
Um fazendeiro todos os anos ganhava um Prêmio de Qualidade pelo excelente milho que colhia e levava ao festival do milho.
Um repórter decidiu fazer uma matéria sobre o assunto e acabou aprendendo algo interessante sobre o cultivo de milho.
Quando o fazendeiro lhe contou que sempre dava de sua melhor semente para seus vizinhos, ele perguntou:
-Mas, eles estão competindo com você! Porque lhes dar da sua melhor semente?
-Por causa do vento!
O vento nos conecta. O vento leva o pólen de um campo a outro. Se meus vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará a qualidade de meu milho.
Se eu quero cultivar milho bom, eu tenho que ajudar meu vizinhos a melhorar o milho deles.
Se você quer ter uma vida cristã saudável, precisa ter ao seu redor pessoas saudáveis, diversão saudável, visual saudável, precisa ouvir coisas saudáveis. Distribua o que voce recebeu da parte de Deus, vida saudável, bênçãos, caráter. Não mantenha ao seu redor coisas e pessoas que danifiquem sua plantação de milho. Jesus convivia com pessoas de todo tipo, sem jamais se tornar um deles.
Semeie amor, paz e alegria ao seu redor e, com ceteza, sua plantação será beneficiada e voce será muito mais bem sucedido e feliz.
Frase de São Felipe Neri
" Com a oração pedimos mais graças a Deus; mas na santa missa obrigamos a Deus a no-las dar."
Busquemos a Santa Missa!
Busquemos a Santa Missa!
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